| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Gruiformes |
| Família: | Rallidae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Espécie: | M. schomburgkii |
Seu nome científico significa: do (latim) mikros = pequeno; e -pugios = rabadilha, garupa; e de schomburgkii = homenagem ao explorador britânico de origem alemã, Sir Robert Hermann Schomburgk-(1804-1865). ⇒ (Ave) de Schomburgk com rabadilha pequena ou (ave) de Schomburgk com garupa pequena.
Mede 15 centimetros. Pequena espécie de plumagem ocelada semelhante a certas codornas(família Tinamidae). De bico curto, plumagem das partes superiores parda pintada de branco e debruada de negro; partes inferiores amarelas ferrugíneas clara, abdômen branco, bico azul-esverdeado. A voz é como o estridular de um gafanhoto.
Possui duas subespécies.
Canto (Micropygia schomburgkii schomburgkii)
Constrói um ninho esférico de capim seco, com entrada lateral, a 50 cm do solo, às vezes próximo de buritizais, em soqueiras de capins altos.
Habita campos limpos, campos sujos, cerrados em bordas de matas secas e savanas de cupim, podendo adentrar por áreas parcialmente alagadas. Difícil observação em campo, raramente alça voos curtos, preferindo se afastar correndo quando assustado e adentrar os túneis de rodovias campestres ou em buracos de tatus.
Torna-se vítima frequente do lobo guará (Chrysocyon brachyurus) e de aves de rapina campestres como o falcão-de-coleira(Falco femoralis), que podem encurralar suas presas durante os incêndios esporádicos em seu habitat.
Ocorre nos estados da Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rondônia, Roraima, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal. Em Goiás apresenta ocorrência no Parque das Emas e na FLONA de Brasília/DF, tendo um registro fotográfico no Parque, durante um aceiro foi visto.